urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivofado positivoPorque não estamos condenados a ver sempre o copo meio-vazio, aqui só se destaca o copo meio-cheioLiveJournal / SAPO Blogsfadopositivo2020-03-31T12:53:08Zurn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:127073Miguel Carvalho2020-03-31T13:13:00Os custos de contratar alguém, para lá do salário, estão abaixo da média europeia2020-03-31T12:52:08Z2020-03-31T12:53:08Z<p style="text-align: justify;"><a href="https://ec.europa.eu/eurostat/documents/2995521/10624905/3-31032020-BP-EN.pdf/055df0e0-980d-27b9-a2a9-83b143d94d5b" rel="noopener">Eurostat</a>:<br />Há a ideia pré-concebida que em Portugal os patrões têm de pagar muito para contratar alguém - para lá do vencimento do trabalhador, claro. O Eurostat publica hoje os dados dos custos do trabalho, ou seja de quanto custa empregar alguém.<br />O relatório diz que em Portugal apenas 20,3% do custo total, não é vencimento do trabalhador. Isto contra uma média europeia de 25,1%, e 25,6% na Zona Euro.<br /><br /><span style="font-size: 10pt;">A definição exata é a seguinte: <em>Non-wage costsinclude the employers’social contributions plus employment taxes regarded as labour costsless subsidies intended torefund part or all of employer’s cost of direct remuneration.</em></span></p>
<p style="text-align: center;"><img style="width: 657px; padding: 10px 10px;" title="nonwagecosts.png" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5018720f/21748616_n8cPz.png" alt="nonwagecosts.png" width="657" height="614" /></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:126906Miguel Carvalho2019-05-31T18:20:00Lisboa é a grande cidade europeia onde é mais barato comprar casa com o salário local - e uma história2019-05-31T17:54:44Z2019-05-31T17:54:44Z<p style="text-align: justify;">A Moody's estudou o mercado imobiliário em várias grandes cidades europeias. A sua pergunta era quantos anos de trabalho, é que alguém com o salário médio precisa para conseguir comprar um apartamento médio de 70m². Que Lisboa tenha preços abaixo de Londres ou Frankfurt não surpreende ninguém, mas os nossos salários são baixos - deve ser mais difícil um lisboeta comprar casa, certo? <br />É exatamente o oposto. Um habitante de Amesterdão precisa de trabalhar 22 anos para conseguir comprar o tal apartamento, o de Londres 18,7 anos, o de Madrid 13,8. Ao lisboeta "bastam" 11,5 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: <a href="https://www.ilsole24ore.com/art/finanza-e-mercati/2019-05-30/casa-comprare-europa-servono-15-anni-stipendi-italia-12-133450.shtml?uuid=AC1sZYK&refresh_ce=1" rel="noopener">24 ore</a>, <a href="https://www.ft.com/content/38f8c8e4-8227-11e9-9935-ad75bb96c849" rel="noopener">Financial Times</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Acrescento a história de como cheguei a esta boa notícia. Encontrei várias notícias sobre o preço do imobiliário na imprensa estrangeira, mas inicialmente sem dados de Lisboa. O relatório da Moody's deve ser pago, e não o consegui encontrar. Procurei então na imprensa portuguesa, convicto que encontraria facilmente por ser um tema tão quente. Sobre a Moody's havia apenas algo sobre o Airbnb em várias cidades europeias, algo que obviamente soa (soa apenas!) a negativo. Percebi então que era o mesmo relatório, mas enquanto na imprensa estrangeira se focava em algo importante, a nacional falava de pormenores porque só daí conseguia ser sensacionalista. <br />Por último o título deste post está obviamente errado por estudo olhar apenas para 10 cidades. Nada que impedisse o Observador de escrever "Lisboa é a cidade europeia", como se todas tivessem sido analisadas. O DN vai mais longe com "Lisboa é a capital europeia", quando há apenas 8 capitais no estudo.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:126608Miguel Carvalho2019-04-23T12:24:00Peso da dívida pública cai em Portugal ao dobro da velocidade europeia2019-04-23T11:36:20Z2019-04-23T11:36:20Z<p><span style="font-size: 10pt;"><a href="https://ec.europa.eu/eurostat/documents/2995521/9731224/2-23042019-AP-EN/bb78015c-c547-4b7d-b2f7-4fffe7bcdfad" rel="noopener">Eurostat</a><br />A maioria dos países europeus tem aprovetiado a melhoria económica dos últimos anos para reduzir o peso da dívida pública na economia, mas em Portugal essa redução tem sido ao dobro da velocidade. Enquanto a dívida pública média europeia caiu 3,4 pontos percentuais (pp) em 2018 comparando com 2016, e 1,7pp comparando com 2017, Portugal reduziu 7,7pp e 3,3pp respetivamente. <br /></span><span style="font-size: 10pt;">Uma das causas é o baixo défice português, que pela primeira vez fica melhor que a média europeia, 0,5% do PIB contra 0,6%!</span></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:126267Miguel Carvalho2019-04-19T17:14:00Liberdade de imprensa: Portugal é o 9º país mais livre da Europa, 12º no mundo2019-04-19T16:19:25Z2019-04-19T16:19:25Z<p><img class="wp-image-452246 size-full" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://ecoonline.s3.amazonaws.com/uploads/2019/04/rsf_2018.jpg" alt="" width="964" height="605" /></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><a href="https://rsf.org/pt/relacoes/o-ranking-mundial-2019-analises-regionais" rel="noopener">Repórteres Sem Fronteiras</a>:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12pt;">Portugal volta a subir para um honroso 12º lugar no ranking dos países com maior liberdade de imprensa no mundo. No mais famoso ranking, elaborado pelos Repórteres Sem Fronteiras, ficam atrás de Portugal países como Alemanha, Áustria, Luxemburgo, Canadá, Austrália, França, Inglaterra, etc.</span></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:126050Miguel Carvalho2019-03-15T15:37:00Juros da dívida portuguesa já estão abaixo dos espanhóis 2019-03-15T15:51:19Z2019-03-15T15:51:19Z<p class="sapomedia images" style="text-align: center;"><img style="padding: 10px 10px;" title="juroES.png" src="https://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G56173e1f/21385337_ZDCHD.png" alt="juroES.png" width="1024" height="384" /></p>
<p>Os mercados há muitos meses que têm mais confiança na dívida portuguesa que na italiana, sendo que os juros que cobram a Portugal são claramente mais baixos que os cobrados a Itália.<br />A confiança em Portugal tem subido tanto que os seus juros estão cada vez mais próximos dos de Espanha (um país com um peso da dívida pública bem menor), ao ponto de haver vários casos em que estão abaixo! Na foto há um exemplo disto, nas cotações de hoje. Enquando os investidores negoceiam uma obrigação espanhola a ser paga em julho de 2023 pedindo um juro implícito (<em>yield</em>) de 0,145%, à obrigação portuguesa que só será restituída depois, em outubro de 2023, é apenas pedido 0,116%.</p>
<p class="sapomedia images">Fonte: <a href="http://en.boerse-frankfurt.de/bonds/SpanienEO-Bonos_201823-Bond-2023-ES0000012B62" rel="noopener">Bolsa</a> de <a href="http://en.boerse-frankfurt.de/bonds/portugal-_republikeo-obr_200823-bond-2023-ptoteaoe0021" rel="noopener">Frankurt</a></p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:125844Miguel Carvalho2019-01-08T11:39:00População empregada volta a subir e atinge máximo de 10 anos2019-01-08T11:49:57Z2019-01-08T11:49:57Z<p><a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=315406362&DESTAQUESmodo=2" rel="noopener">INE</a>:</p>
<p>A população empregada voltou a subir em outubro e em novembro de 2017. De setembro para outubro havia mais 5300 a trabalhar, e em até novembro havia mais 12600, aproximadamente mais 200 pessoas empregadas por dia. Com isto chegou a um número total que não se via há uma década.<br />A população entre os 15 e os 74 anos com emprego também subiu para os 62,2%, o que é o valor mais alto desde 2002.</p>
<p> </p>
<p class="sapomedia images" style="text-align: center;"><img style="padding: 10px 10px;" title="desemprego0119.png" src="https://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B88172a55/21309280_9EvMt.png" alt="desemprego0119.png" width="500" height="385" /></p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:125463Miguel Carvalho2018-12-06T12:14:00Aeroporto de Lisboa entra para o TOP15 dos aeroportos mais movimentados na Europa2018-12-06T12:29:17Z2018-12-06T12:29:17Z<p><a href="https://ec.europa.eu/eurostat/documents/2995521/9428738/7-06122018-AP-EN.pdf/50a52d8d-3f61-4517-ace3-d3f56ed5cd91" rel="noopener">Eurostat</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">O aeroporto de Lisboa voltou a ter dos maiores crescimentos na Europa em 2017 (dados publicados hoje), em números de passageiros. Dos 30 maiores aeroportos, apenas Varsóvia cresceu mais. Como consequência, Lisboa volta a galgar posições no ranking, tendo passado de <a href="https://ec.europa.eu/eurostat/documents/2995521/7680644/7-10102016-AP-EN.pdf/bd3c01d2-469e-422d-b8d4-6cdc7f8a05e2" rel="noopener">21º</a> mais movimentado para o 15º em apenas dois anos! Está agora à frente de Estocolmo, Stansted, Bruxelas, Milão, Viena, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a subida impressionante não foi apenas na capital. A nível nacional, o número de passageiros subiu 16,5% quando a média europeia subiu menos de metade, 7,3%.</p>
<p class="sapomedia images" style="text-align: center;"><img style="padding: 10px 10px;" title="aeroportos.png" src="https://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B50172c4a/21271857_zusyI.png" alt="aeroportos.png" width="500" height="466" /></p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:125230Miguel Carvalho2018-10-31T11:31:00Desemprego em Portugal abaixo da média europeia, pela primeira vez desde 20052018-10-31T11:41:07Z2018-10-31T11:41:07Z<p class="sapomedia images"><a href="https://ec.europa.eu/eurostat/documents/2995521/9350663/3-31102018-BP-EN.pdf/64eda794-2c0a-434e-952f-ded23f894d48" rel="noopener">Eurostat</a>:</p>
<p class="sapomedia images" style="text-align: justify;">O desemprego em Portugal não continua a crescer apenas em termos absolutos (tendo atingindo o melhor valor dos últimos 16 anos), mas mesmo comparando com os nossos parceiros europeus. O Eurostat destaca hoje Portugal como um dos países onde o desemprego mais caiu nos últimos 12 meses, o que fez com que ele seja agora menor cá, do que na média europeia. É a primeira vez desde junho de 2005, que há menos desemprego em Portugal do que na UE.</p>
<p class="sapomedia images"><img style="padding: 10px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="Screenshot_2018-10-31 3-31102018-BP-EN pdf.png" src="https://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B5717eb88/21222066_6wzsc.png" alt="Screenshot_2018-10-31 3-31102018-BP-EN pdf.png" width="500" height="221" /></p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:124980Miguel Carvalho2018-10-30T15:10:00"E se o Estado português for melhor do que julgamos?"2018-10-30T15:16:28Z2018-10-30T15:16:28Z<p><a href="https://www.dn.pt/edicao-do-dia/30-out-2018/interior/e-se-o-estado-portugues-for-melhor-do-que-julgamos-10104872.html" rel="noopener">DN</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">Ricardo Paes Mamede escreve hoje sobre a perceção negativa errada que temos do Estado português, algumas vezes baseadas em acontecimentos isolados, e muitas vezes indo até contra a nossa experiência objetiva. Alguns excertos:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Parte das nossas percepções sobre o funcionamento do Estado decorre também do que é difundido pelos meios de comunicação social e nas redes sociais. Se alguma coisa correr muito mal, isso é mais facilmente motivo de notícia ou de conversa do que tudo o que corre bem no dia-a-dia. Por cada pessoa que morre num hospital por negligência, há centenas de milhares de pacientes que receberam o tratamento adequado e milhares de vidas que foram salvas - mas só a primeira será notícia.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>(...) todos os anos o Fórum Económico Mundial publica um relatório sobre várias dimensões relevantes para a competitividade dos países. O relatório cruza informação de várias fontes, tentando reduzir a subjectividade resultante de impressões casuísticas. Há vários anos que esta publicação diz o mesmo sobre Portugal: o nosso país tem um desempenho sistematicamente superior a todos os outros países comparáveis no que respeita ao funcionamento das instituições públicas.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Comparado com os restantes países do sul da UE (Espanha, Itália, Grécia) ou dos países da Europa de Leste, <strong>o retrato que emerge de Portugal é muito mais benigno em indicadores relacionados com ética, corrupção, subornos e desvio de fundos, confiança nos políticos, independência do sistema de justiça, favorecimento de interesses particulares pelos decisores políticos, eficiência da despesa pública, entre outros</strong>. Nestes indicadores o desempenho português está mais próximo de França, Alemanha ou EUA - nações com economias muito mais avançadas - do que de países com níveis de desenvolvimento comparáveis ao nosso.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>(...) os apoios às empresas financiados pelos fundos europeus em Portugal têm cumprido todos os principais objectivos a que se propõem - aumentar o investimento, a competitividade, a inovação, a internacionalização e a qualificação dos trabalhadores. Estas conclusões, apesar de robustas, contrastam com a percepção generalizada sobre a má utilização dos fundos europeus em Portugal.</em></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:124751Miguel Carvalho2018-10-30T11:52:00Desemprego volta a baixar para o nível mais baixo dos últimos 16 anos.2018-10-30T11:56:40Z2018-10-30T11:56:40Z<p><a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=315406316&DESTAQUESmodo=2" rel="noopener">INE</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa de desemprego em setembro foi de 6,6% de acordo com INE (dados corrigidos de sazonalidade). São menos 18,2 milhares desempregados que no mês anterior, menos 100,1 mil que um ano antes.<br />Olhando para os valores <a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_indicadores&indOcorrCod=0007983&contexto=bd&selTab=tab2" rel="noopener">históricos</a> do desemprego em Portugal, é preciso recuar até setemvro de 2002, 16 anos antes, para encontrar um valor melhor que este.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:124619Miguel Carvalho2018-10-22T11:43:00Portugal com a maior queda no peso da dívida pública em duas décadas2018-10-22T10:49:38Z2018-10-22T10:49:38Z<p style="text-align: justify;"><a href="https://ec.europa.eu/eurostat/documents/2995521/9328077/2-22102018-AP-EN.pdf/e1b423ef-a337-42ea-90cb-4a6775ba4c07" rel="noopener">Eurostat</a>:<br />O peso da dívida pública na economia nacional caiu de 129,2% para 124,8% do PIB de 2016 para 2017. São menos 4,4 pontos percentuais, a maior queda em duas décadas, de acordo com o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/uniao-europeia/detalhe/5-paises-da-ue-reduziram-mais-a-divida-publica-do-que-portugal-em-2017?ref=HP_DestaquesPrincipais" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>. Portugal teve assim a sexta maior descida do peso da dívida pública na Europa.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:124329Miguel Carvalho2018-10-16T15:28:00Pobreza e exclusão social caem em Portugal, em contra-ciclo com o resto do Sul da Europa2018-10-16T14:46:29Z2018-10-16T14:46:29Z<p><a href="https://ec.europa.eu/eurostat/documents/2995521/9310033/3-16102018-BP-EN.pdf/16a1ad62-3af6-439e-ab9b-3729edd7b775" rel="noopener">Eurostat</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">O Eurostat compara hoje o número de europeus em risco de pobreza ou exclusão social em 2017, com os mesmos indicadores em 2008. O número de pessoas em Portugal, que está em risco de uma dessas situações, baixou de 2.757 milhares para 2.399 milhares. Percentualmente foi uma redução de 2,7pp, mais do dobro da redução europeia que foi de 1,2pp.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais impressionante é que esta forte melhoria é contrária ao que aconteceu aos restantes países do Sul. Grécia, Itália e Espanha tiveram o primeiro, o segundo e o terceiro pior desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">Portugal teve um forte melhoria num indicador de pobreza: o número de pessoas a passar por dificuldades materiais* caiu de 9,7% para 6,9%, tendo alcançado a média europeia (e estando muito melhor que a Itália e muitos outros).<br /><br /><span style="font-size: 10pt;">*Severely materially deprived persons have l iving conditions constrained by a lack of resources and experience at least four out of the nine following deprivation items: cannot afford 1) to pay rent/mortgage or utility bills on time ; 2) to keep home adequately warm ; 3) to face unexpected expenses ; 4 ) to eat meat fish or a protein equivalent every second day ; 5) a one week holiday away from home ; 6) a car ; 7) a washing machine ; 8) a colour TV ; or 9) a telephone (including mobile phone).</span></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:123970Miguel Carvalho2018-09-24T13:27:00Portugal no TOP3 dos países com mais eletricidade de origem renovável2018-09-24T12:31:05Z2018-09-24T12:31:05Z<p><a href="https://ec.europa.eu/eurostat/web/products-eurostat-news/-/DDN-20180921-1" rel="noopener">EUROSTAT</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">O Eurostat publica hoje os dados de 2016 sobre a produção de eletricidade a partir de energias renováveis. Portugal fica em 3º lugar, com 54% da eletricidade consumida vinda de energias renováveis, contra apenas 30% da média europeia: <br /><img class="transparent" src="https://ec.europa.eu/eurostat/documents/4187653/8516156/Shares+by+country" alt="https://ec.europa.eu/eurostat/documents/4187653/8516156/Shares+by+country" /></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:123811Miguel Carvalho2018-09-14T13:37:00Investidores vêm segurança da dívida portuguesa mais semelhante à da França, do que da italiana2018-09-14T12:46:25Z2018-09-14T12:46:25Z<p class="sapomedia images" style="text-align: center;"><img style="padding: 10px 10px;" title="jurosITFRPT.png" src="https://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B810675c7/21169806_I7zwC.png" alt="jurosITFRPT.png" width="412" height="500" /></p>
<p style="text-align: justify;">Há vários meses que os juros da dívida portuguesa de curto prazo (dois anos) e médio prazo (cinco anos), estavam bem mais próximos dos juros que os investidores pediam da França (já para não falar dos espanhóis), do que daqueles que pediam à Itália. Entretanto aconteceu o mesmo nos juros de longo prazo (dez anos). Estamos a falar de um prazo muito para lá do atual governo populista italiano.<br />De lembrar que Itália foi o único país dos "PIIGS" que não chegou a receber assistência financeira durante a crise do euro.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Bloomber <a href="https://www.bloomberg.com/quote/GBTPGR10:IND" rel="noopener">It</a> <a href="https://www.bloomberg.com/quote/GSPT10YR:IND" rel="noopener">Pt</a> <a href="https://www.bloomberg.com/quote/GFRN10:IND" rel="noopener">Fr</a></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:123506Miguel Carvalho2018-09-14T11:17:00Área ardida não chega a um sexto da do ano passado2018-09-14T10:28:57Z2018-09-14T10:28:57Z<p>Fonte <a href="http://www2.icnf.pt/portal/florestas/dfci/Resource/doc/rel/2018/5-RIR-1jan-31ago2018.pdf" rel="noopener">ICNF</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">Até 31 de agosto deste ano arderam 36165 hectares, o que representa uma incrível redução de 85% face ao mesmo período do ano passado. Recorde-se que no mesmo período, em 2017, arderam 236485 ha.</p>
<p style="text-align: justify;">E a diferença não se deve apenas ao terrível mês de Junho do ano passado. Apesar deste agosto ter sido dos mais quentes de sempre, tendo tido até a temperatura máxima média mais alta desde que há registos, este ano arderam <span id="cwos" class="cwcot gsrt">30601</span>ha. Em agosto passado ardeu o triplo, <span id="cwos" class="cwcot gsrt">89977</span>ha.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:123216Miguel Carvalho2018-09-11T11:29:00Portugal considerado umas dos 10 países mais democráticos do mundo2018-09-11T10:38:59Z2018-09-11T10:38:59Z<p>Fonte <a href="https://www.v-dem.net/media/filer_public/3f/19/3f19efc9-e25f-4356-b159-b5c0ec894115/v-dem_democracy_report_2018.pdf" rel="noopener">V-Dem</a> via <a href="https://www.publico.pt/2018/09/11/politica/noticia/portugal-esta-em-10-lugar-no-ranking-das-democracias-mundiais-1843414" rel="noopener">Público</a>:</p>
<p>A V-Dem analisa variadíssimos índices sobre a qualidade da democracia em 178 países, alguns deles podem ser vistos na tabela abaixo. No índice mais importante, que agrega todos os outros, Portugal fica em 10º lugar a nível mundial. Fica assim à frente de Holanda, Bélgica, Alemanha, França, Alemanha, Islândia, Reino Unido, Canadá, Áustria, e muitos outros.</p>
<p>De destacar o 2º lugar de Portugal no Clean Election Index, 4º em Equality before the law and individual liberty, 4º em Equal protection,</p>
<p class="sapomedia images" style="text-align: center;"><img style="padding: 10px 10px;" title="vdem.png" src="https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bce073e62/21166452_hvmLT.png" alt="vdem.png" width="500" height="331" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:123088Miguel Carvalho2018-09-10T12:04:00Indústria nacional cresce 9,7% face a 20172018-09-10T11:07:16Z2018-09-10T11:07:16Z<p><a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=315401706&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt" rel="noopener">INE</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">A indústria nacional continua em forte crescimento. Em julho passado (dados publicados hoje pelo INE) o volume de neg´ocios cresceu 9,7% face ao mês homólogo, com destaque para os negócios com o exterior que cresceram 12,5%. O emprego na indústria subiu 2,8%, e as remunerações 5,8%.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:122669Miguel Carvalho2018-09-07T10:57:00Portugal a crescer acima da média europeia2018-09-07T10:01:27Z2018-09-07T10:01:27Z<p><a href="https://ec.europa.eu/eurostat/documents/2995521/9102849/2-07092018-AP-EN/5ee25c3b-4e58-40df-9be9-7671859d6f37" rel="noopener">Eurostat:</a></p>
<p style="text-align: justify;">O Eurostat publicou os números do crescimento económico no 2º trimestre de 2018. Portugal cresceu acima da média europeia, com 0,5% contra 0,4% da média da UE28 e da Zona Euro.<br />A comparação anual, com o trimestre homólogo de 2017, também é positiva: um crescimento de 2,3% acima dos 2,1% da UE28 e da Zona Euro.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:122491Miguel Carvalho2018-08-31T14:40:00Desemprego em Portugal iguala a média da União Europeia2018-08-31T13:48:28Z2018-08-31T13:48:28Z<p style="text-align: justify;">Depois de mais de 10 anos com um nível de desemprego acima da média europeia, os dados publicados hoje pelo Eurostat mostram que Portugal "apanhou" a média europeia. <br />Ainda há um ano atrás Portugal, com 8,9%, estava muito próximo da média da Zona Euro (na altura 9,1%, agora nos 8,2%). Mas entretanto teve uma melhoria bem mais rápida que a maioria dos países europeus, o que fez com que hoje tenha um desemprego de 6,8% igual à média europeia.</p>
<p class="sapomedia images" style="text-align: justify;"><img style="padding: 10px 10px;" title="Screenshot_2018-08-31 3-31082018-AP-EN pdf.png" src="https://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba9115292/21154525_yQZ5z.png" alt="Screenshot_2018-08-31 3-31082018-AP-EN pdf.png" width="500" height="213" /></p>
<p> </p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:122328Miguel Carvalho2018-08-30T11:21:00Desemprego continua a cair a pique, agora em mínimos de 16 anos2018-08-30T10:25:57Z2018-08-30T10:25:57Z<p>Fonte <a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=315406220&DESTAQUESmodo=2" rel="noopener">INE</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">A taxa de desemprego continua a sua queda, estando no fim de junho nos 6,8%. O INE destaca o facto deste ser o valor mais baixo dos últimos 16 anos!<br />E não, estas boas notícias nada têm a ver com o emprego sazonal do verão, já que os dados do INE são ajustados já para essas variações. Outro modo de ver isso é comparar este fim de junho, com o de 2017. É que há mais 132,3 mil pessoas empregadas, ou seja criação líquida de 132,3 mil empregos em apenas um ano.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:122026Miguel Carvalho2018-08-27T20:31:00Portugal ultrapassa Grécia pela primeira vez, em receitas do turismo2018-08-27T19:32:49Z2018-08-27T19:32:49Z<p>No ano passado Portugal teve pela primeira vez mais receitas do turismo que a Grécia. Isto é especialmente notável porque historicamente a Grécia ter mais turismo. Sete anos antes, a Grécia tinha 26% mais receitas - e não parou de crescer.<br /> Mesmo comparando com a Itália, os números são muito positivos. Tendo a Itália seis vezes mais população, tem apenas o triplo das receitas de turismo.</p>
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<p>Fontes: <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/turismo---lazer/detalhe/portugal-ultrapassa-grecia-em-receitas-com-turismo" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, <a href="https://www.e-unwto.org/doi/book/10.18111/9789284419876" rel="noopener">Organização Mundial Turismo</a></p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:121768Miguel Carvalho2018-08-23T12:23:00Área ardida até 15 agosto é apenas um quinto da área do ano passado 2018-08-23T11:27:04Z2018-08-23T11:27:04Z<p style="text-align: justify;">A área ardida até 15 de agosto deste foi apenas 34791 hectares, o que é uma queda de 79% face aos 164249ha de <a href="http://www2.icnf.pt/portal/florestas/dfci/Resource/doc/rel/2017/5-rel-prov-1jan-15ago-2017.pdf" rel="noopener">2017</a> no mesmo período, de acordo com o <a href="http://www2.icnf.pt/portal/florestas/dfci/Resource/doc/rel/2018/4-RIR-1jan-15ago-2018.pdf" rel="noopener">relatório</a> do ICNF.</p>
<p style="text-align: justify;">O ICNF conta ainda que "comparando os valores do ano de 2018 com o histórico dos 10 anos anteriores, assinala-se que se registaram menos 40% de incêndios rurais e menos 49% de área ardida relativamente à média anual do período (quadro 1). O ano de 2018 apresenta, até ao dia 15 de agosto, o 2.º valor mais reduzido em número de ocorrências e o 5.º valor mais reduzido de área ardida, desde 2008."</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:121498Miguel Carvalho2018-02-22T13:28:00Endividamento das famílias portuguesas abaixo da média europeia2018-02-22T13:34:02Z2018-08-06T10:44:36Z<p class="sapomedia images"><img style="padding: 10px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="endividamente famílias.png" src="https://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G6414cfcc/20898386_w5O3z.png" alt="endividamente famílias.png" width="730" height="528" /></p>
<p>Fonta: <a href="http://ec.europa.eu/eurostat/web/products-eurostat-news/-/DDN-20180222-2" rel="noopener">Eurostat</a></p>
<p>No dia em que se soube que o endividamento do Estado caiu a pique, o Eurostat publica dados* sobre o endividamento das famílias europeias. Ora, o endividamento das famílias portuguesas está abaixo tanto da média europeia como da Zona Euro, isto em percentagem do PIB (tendo em conta portanto o diferente nível de riqueza criado). Os dados absolutos, em euros, mostrariam uma situação ainda melhor das famílias portuguesas.</p>
<p>Aliás, há outro dado interessante. Se olharmos para o endividamento líquido, subtraindo a riqueza da família do valor da dívida (o que dá uma melhor ideia do peso que a dívida tem nas finanças pessoais), as famílias portuguesas ficam bem melhor que a média.</p>
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<p>*Os dados referem-se a 2016, o último ano disponível</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:121216Miguel Carvalho2018-01-16T15:01:00Portugal volta a subir e entra nos 10 países mais livres do mundo2018-01-16T15:09:15Z2018-01-16T15:09:15Z<p><a href="https://freedomhouse.org/report/freedom-world-2018-table-country-scores" rel="noopener">Freedom House</a>:</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório anual da Freedom in the World de 2018 foi publicado recentemente pela Freedom House. No mais respeitado ranking da liberdade a nivel mundial entram considerações como liberdades políticas, liberdades civis e direitos democráticos. Portugal voltou a subir e está agora nos 10 países mais livres do mundo. O ano passado já tinha subido de 15º para 13º, e agora sobe de 13º para 10º.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma pontuação de 97 pontos fica à frente dos 95 da Bélgica, os 94 da Áustria, Alemanha, Espanha e Reino Unido, os 91 da Holanda, os 90 da França, os 89 da Itália e os 86 dos EUA.</p>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:fadopositivo:121021Miguel Carvalho2017-12-07T12:10:00Carga fiscal volta a baixar em Portugal, contrariando e afastando-se da média europeia2017-12-07T12:16:42Z2017-12-07T12:18:00Z<p><a href="http://ec.europa.eu/eurostat/documents/2995521/8515992/2-07122017-BP-EN.pdf/0326ff22-080e-4542-863f-b2a3d736b6ab" rel="noopener">Eurostat</a>:</p>
<p>O peso dos impostos na economia nacional voltou a recuar em 2016 de acordo com os últimos números do Eurostat. Em 2016 este peso ficou nos 36,9%, afastando-se ainda mais da média europeia. Esta média ficou agora nos 40,0% tendo subido em relação aos 39,7% de 2015.</p>
<p>Se compararmos com a Zona Euro, Portugal fica ainda mais abaixo da médio. É que os países da zona euro cobram em média 41,3% do PIB em impostos e taxas.</p>
<p class="sapomedia images"><img class="editing" style="padding: 10px 10px;" title="carga fiscal.png" src="https://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3009ea46/20777428_LKeII.png" alt="carga fiscal.png" width="500" height="297" /></p>
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