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fado positivo

Porque não estamos condenados a ver sempre o copo meio-vazio, aqui só se destaca o copo meio-cheio

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Porque não estamos condenados a ver sempre o copo meio-vazio, aqui só se destaca o copo meio-cheio

Segundo o anuário estatístico do Eurostat, tabela aqui, os trabalhadores portugueses são dos que recebem uma fatia maior da riqueza criada no país. Em 2009, receberam directamente 52,1% do PIB em forma de salários. Há apenas sete países na UE, onde os trabalhadores se podem gabar de receber mais. De notar que este valor tem tido uma ligeira tendência de aumento nos últimos anos. Em 2000 (primeiro ano na tabela) era de 49,3%, tendo aumentado mais ou menos desde então.

Comparando com países com economias semelhantes, Portugal fica claramente em primeiro lugar. Espanha, Itália e Grécia têm valores de 49%, 42,9% e 36,2% respectivamente.

O Eurostat compara hoje o número de adultos que seguem algum tipo de formação, indicando os valores de 2003 e 2009. Portugal mais que duplica este resultado, passando para 6,5% de adultos que dizem terem tido formação nas quatro semanas anteriores ao inquérito. Apenas a Espanha e o Luxemburgo conseguiram mais que duplicar o valor de 2003, tal como Portugal.