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fado positivo

Porque não estamos condenados a ver sempre o copo meio-vazio, aqui só se destaca o copo meio-cheio

fado positivo

Porque não estamos condenados a ver sempre o copo meio-vazio, aqui só se destaca o copo meio-cheio

Ainda no mesmo estudo da OCDE, são medidas as barreiras ao empreendorismo (barreiras à competição, opacidade da legislação e custos administrativos) em 2008. Entre os 27 países analisados, os empreendedores portugueses estão em 9º lugar daqueles com menos dificuldades. O estudo dá até nota máxima a Portugal na opacidade legislativa e administrativa.

Entre 43 países estudados, há apenas 7 onde se demora menos dias a criar uma empresa do que em Portugal. Por cá o valor é de 6 dias, a média da OCDE é 13, na Espanha 47, dados de 2010.

OCDE:

Entre 1998 e 2008, os gastos das universidades em investigação subiu de 0,34% para 0,40% do PIB na OCDE, uma subida de 0,06pp. Portugal não só acompanhou esta subida como teve o maior aumento de todos (entre 38 países, OCDE + África do Sul, China, etc.), saltando de 0,26% para 0,51% do PIB, uma subida de 0,25pp. A Islândia teve a segunda maior subida, mas a larga distância, apenas 0,17pp.

Com esta subida fica com uma valor acima do da OCDE e do da UE.

Segundo dados da OCDE, as empresas investiam 0,15% do PIB em Inovação&Desenvolvimento em 1998. Passados 10 anos, este valor salta 0,76%, ou seja 5 vezes maior em percentagem do PIB. O valor real da despesa do investimento terá subido ainda mais (já que o PIB também subiu).

Com esta variação as empresas portuguesas saltam 10 posições no ranking entre os 38 países analisados.

Não há números para todos os países do mundo, apenas para os mais desenvolvidos (OCDE), mas entre estes Portugal fica destacadíssimo em primeiro lugar no que toca à percentagem de jovens que concluiram doutoramento em 2007. Sendo difícil de acreditar que haja países fora da OCDE com melhor desempenho, parece seguro afirmar que Portugal é o campeão mundial de jovens doutorados.

Segundo dados da OCDE 3,7% dos jovens* em Portugal são doutorados. Em segundo lugar temos a Suiça com 3,3, a média da UE (apenas os 19 que pertencem à OCDE, logo os mais desenvolvidos) está nos 1,9%, e entre os países desenvolvidos é de 1,5. EUA, Itália e Espanha têm 1,5%, 1,3% e 0,9% respectivamente.

As notícias boas não ficam por aqui, Portugal onde há mais mulheres relativamente ao número de homens a acabar o doutoramento. Elas 61,2% do total contra uma média de 44,3%.

 

 

*o link não é claro sobre que grupo é feito a análise, apenas refere "% of the relevant cohort"

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