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fado positivo

Porque não estamos condenados a ver sempre o copo meio-vazio, aqui só se destaca o copo meio-cheio

fado positivo

Porque não estamos condenados a ver sempre o copo meio-vazio, aqui só se destaca o copo meio-cheio

Eurostat:

O aeroporto de Lisboa voltou a ter dos maiores crescimentos na Europa em 2017 (dados publicados hoje), em números de passageiros. Dos 30 maiores aeroportos, apenas Varsóvia cresceu mais. Como consequência, Lisboa volta a galgar posições no ranking, tendo passado de 21º mais movimentado para o 15º em apenas dois anos! Está agora à frente de Estocolmo, Stansted, Bruxelas, Milão, Viena, etc.

Mas a subida impressionante não foi apenas na capital. A nível nacional, o número de passageiros subiu 16,5% quando a média europeia subiu menos de metade, 7,3%.

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Eurostat:

O desemprego em Portugal não continua a crescer apenas em termos absolutos (tendo atingindo o melhor valor dos últimos 16 anos), mas mesmo comparando com os nossos parceiros europeus. O Eurostat destaca hoje Portugal como um dos países onde o desemprego mais caiu nos últimos 12 meses, o que fez com que ele seja agora menor cá, do que na média europeia. É a primeira vez desde junho de 2005, que há menos desemprego em Portugal do que na UE.

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DN:

Ricardo Paes Mamede escreve hoje sobre a perceção negativa errada que temos do Estado português, algumas vezes baseadas em acontecimentos isolados, e muitas vezes indo até contra a nossa experiência objetiva. Alguns excertos:

Parte das nossas percepções sobre o funcionamento do Estado decorre também do que é difundido pelos meios de comunicação social e nas redes sociais. Se alguma coisa correr muito mal, isso é mais facilmente motivo de notícia ou de conversa do que tudo o que corre bem no dia-a-dia. Por cada pessoa que morre num hospital por negligência, há centenas de milhares de pacientes que receberam o tratamento adequado e milhares de vidas que foram salvas - mas só a primeira será notícia.

(...) todos os anos o Fórum Económico Mundial publica um relatório sobre várias dimensões relevantes para a competitividade dos países. O relatório cruza informação de várias fontes, tentando reduzir a subjectividade resultante de impressões casuísticas. Há vários anos que esta publicação diz o mesmo sobre Portugal: o nosso país tem um desempenho sistematicamente superior a todos os outros países comparáveis no que respeita ao funcionamento das instituições públicas.

Comparado com os restantes países do sul da UE (Espanha, Itália, Grécia) ou dos países da Europa de Leste, o retrato que emerge de Portugal é muito mais benigno em indicadores relacionados com ética, corrupção, subornos e desvio de fundos, confiança nos políticos, independência do sistema de justiça, favorecimento de interesses particulares pelos decisores políticos, eficiência da despesa pública, entre outros. Nestes indicadores o desempenho português está mais próximo de França, Alemanha ou EUA - nações com economias muito mais avançadas - do que de países com níveis de desenvolvimento comparáveis ao nosso.

(...) os apoios às empresas financiados pelos fundos europeus em Portugal têm cumprido todos os principais objectivos a que se propõem - aumentar o investimento, a competitividade, a inovação, a internacionalização e a qualificação dos trabalhadores. Estas conclusões, apesar de robustas, contrastam com a percepção generalizada sobre a má utilização dos fundos europeus em Portugal.

INE:

A taxa de desemprego em setembro foi de 6,6% de acordo com INE (dados corrigidos de sazonalidade). São menos 18,2 milhares desempregados que no mês anterior, menos 100,1 mil que um ano antes.
Olhando para os valores históricos do desemprego em Portugal, é preciso recuar até setemvro de 2002, 16 anos antes, para encontrar um valor melhor que este.

Eurostat:

O Eurostat compara hoje o número de europeus em risco de pobreza ou exclusão social em 2017, com os mesmos indicadores em 2008. O número de pessoas em Portugal, que está em risco de uma dessas situações, baixou de 2.757 milhares para 2.399 milhares. Percentualmente foi uma redução de 2,7pp, mais do dobro da redução europeia que foi de 1,2pp.

Mais impressionante é que esta forte melhoria é contrária ao que aconteceu aos restantes países do Sul. Grécia, Itália e Espanha tiveram o primeiro, o segundo e o terceiro pior desempenho.

Portugal teve um forte melhoria num indicador de pobreza: o número de pessoas a passar por dificuldades materiais* caiu de 9,7% para 6,9%, tendo alcançado a média europeia (e estando muito melhor que a Itália e muitos outros).

*Severely materially deprived persons have l iving conditions constrained by a lack of resources and experience at least  four out  of  the  nine following  deprivation  items:  cannot  afford  1)  to  pay  rent/mortgage  or  utility  bills  on  time ; 2)  to  keep  home  adequately warm ; 3) to face unexpected expenses ; 4 ) to eat meat fish or a protein equivalent every second day ; 5) a one week  holiday away from home ; 6) a car ; 7) a washing machine ; 8) a colour TV ; or 9) a telephone (including mobile phone).

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Há vários meses que os juros da dívida portuguesa de curto prazo (dois anos) e médio prazo (cinco anos), estavam bem mais próximos dos juros que os investidores pediam da França (já para não falar dos espanhóis), do que daqueles que pediam à Itália. Entretanto aconteceu o mesmo nos juros de longo prazo (dez anos). Estamos a falar de um prazo muito para lá do atual governo populista italiano.
De lembrar que Itália foi o único país dos "PIIGS" que não chegou a receber assistência financeira durante a crise do euro.

Fonte: Bloomber It Pt Fr

Fonte ICNF:

Até 31 de agosto deste ano arderam 36165 hectares, o que representa uma incrível redução de 85% face ao mesmo período do ano passado. Recorde-se que no mesmo período, em 2017, arderam 236485 ha.

E a diferença não se deve apenas ao terrível mês de Junho do ano passado. Apesar deste agosto ter sido dos mais quentes de sempre, tendo tido até a temperatura máxima média mais alta desde que há registos, este ano arderam 30601ha. Em agosto passado ardeu o triplo, 89977ha.

Fonte V-Dem via Público:

A V-Dem analisa variadíssimos índices sobre a qualidade da democracia em 178 países, alguns deles podem ser vistos na tabela abaixo. No índice mais importante, que agrega todos os outros, Portugal fica em 10º lugar a nível mundial. Fica assim à frente de Holanda, Bélgica, Alemanha, França, Alemanha, Islândia, Reino Unido, Canadá, Áustria, e muitos outros.

De destacar o 2º lugar de Portugal no Clean Election Index, 4º em Equality before the law and individual liberty, 4º em Equal protection,

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