23
Out 12
23
Out 12

Portugal é o 4º país da EU que melhorou mais em competitividade nos negócios

Banco Mundial

Acabou de sair o relatório anual do Banco Mundial Doing Business, sobre a competitividade de todos os países no mundo. Portugal dá um enorme salto (36 lugares) no que toca à facilidade da burocracia em obter os documentos para o licenciamento de uma obra, o ponto onde Portugal tinha ficado pior no relatório anterior.

Portugal melhorou ainda a sua posição em termos de Comércio Além-fronteiras (17º a nível mundial), no Cumprimento de Contratos (24º a nível mundial), e em Resolução de Insolvências (também 23º). Há ainda alguns pontos onde Portugal fica em primeiro lugar a nível mundial, nomeadamente no número de procedimentos para registar propriedade, no tempo necessário para tal registo.

No global, Portugal fica em 30º a nível mundial em termos de facilidade de negócios, tendo subido de 73,9 para 75.2 pontos (em 100 possíveis) na apreciação global. Singapura ficou em primeiro com 91,7.

Concluindo, em 2012 Portugal ficou à frente da Holanda, Bélgica, França, Israel, Eslovénia, Espanha (44º), Luxemburgo (56º), República Checa, Itália (73º), Grécia (78º), etc.

 

O relatório faz ainda uma análise aos últimos 7 anos, e a evolução desde então. O Banco Mundial coloca Portugal nos países que fizeram um esforço maior, dizendo que apenas Polónia, República Checa e Eslovénia conseguiram uma melhoria mais forte que Portugal dentro da UE. Este comportamento é também destacado quando se compara com o resto da periferia da Zona Euro:

publicado por Miguel Carvalho às 14:36 | comentar | favorito
17
Out 12
17
Out 12

Construção e indústria portuguesas são as que mais crescem na Europa

Há uns dias ficou-se a  saber que a indústria portuguesa tinha tido o maior crescimento em toda a Europa. O sector da construção não quis aparentemente ficar atrás.

Segundo o último relatório do Eurostat, Portugal ultrapassou todos os países da UE, e teve um aumento de produção de 10,4% em Agosto face a Julho! O segundo país ficou bem para trás, foi a Itália com 5,3%. A média europeia até foi ligeiramente negativa, com -0,1%.

publicado por Miguel Carvalho às 11:32 | comentar | favorito
12
Out 12
12
Out 12

Indústria portuguesa com a subida mais forte da Europa

Eurostat

Há um mês tínhamos uma boa notícia da indústria: Portugal crescia bem acima da média europeia. Depois de um mês forte é difícil voltar a ter uma variação mensal boa... mas foi isso que aconteceu. E não foi uma subida qualquer,  foi a mais forte de todas! Enquanto a produção industrial subia a uns fraquíssimos 0,3% na Europa de Julho para Agosto, por cá houve uma subida de 6,8%, bem à frente do segundo melhor comportamento, o da Lituânia com 4,6%.

Estes dois resultados positivos mensais põem o crescimento da indústria portuguesa a nível anual, acima da média da Zona Euro.

publicado por Miguel Carvalho às 18:15 | comentar | favorito
03
Out 12
03
Out 12

Comércio cai na Europa, mas tem em Portugal a segunda maior subida

Eurostat

O comércio a retalho continua a passar um mau bocado na Europa. Na Zona Euro está hoje ao mesmo nível que estava à 7 anos atrás, em termos de volume de comércio. O mês de Agosto não foi excepção, tendo havido uma queda de 0,1% face a Julho. Portugal contrariou a tendẽncia e teve o segundo maior aumento a nível europeu, com mais 2,8% apenas ligeiramente atrás do Luxemburgo com 2,9%.

publicado por Miguel Carvalho às 15:19 | comentar | favorito
tags:
01
Out 12
01
Out 12

Desemprego entre os jovens continua a cair

Eurostat

Os dados do Eurostat mostram que a taxa de desemprego entre os jovens portugueses está a contraria fortemente a tendência europeia. Enquanto a média europeia tem estado constante, a taxa portuguesa caiu fortemente nos últimos dois meses. De Junho para Julho caiu 1,2 pontos percentuais, e mais 0,5pp para Agosto. São 1,7pp de melhoria em apenas 2 meses.

A Espanha, a Itália e a Irlanda (a Grécia não tem dados), por seu lado, vão exactamente no sentido contrário. Na Irlanda subiu 1,4pp no mesmo período.

De assinalar que estes dados estão corrigidos de sazonalidade, ou seja, esta queda não é explicável por estarmos a olhar para meses de verão, onde há mais empregos para jovens. Isso mesmo fica claro dos dados do resto da periferia europeia.

publicado por Miguel Carvalho às 11:09 | comentar | favorito