09
Nov 16

Mais 59 mil empregos, de um trimestre para o outro

INE:

Segundo o INE, o desemprego em Portugal continua a cair rapidamente. Do 2º para o 3º trimestre a economia portuguesa tem mais 59 mil pessoas empregadas. E isto são números líquidos, ou seja é o número de pessoas que passou a ter emprego, menos as que o perderam. A taxa de desemprego ficou então nos 10,5%, valores que já não eram vistos há 7 anos.

publicado por Miguel Carvalho às 14:25 | comentar | favorito
26
Ago 16

20,2% dos desempregados portugueses encontraram emprego - quarto valor mais alto na UE

Eurostat:

Segundo dados acabados de publicar do Eurostat, Portugal foi o país europeu com a quarta maior percentagem de pessoas a conseguirem sair do desemprego no primeiro trimestre de 2016 (últimos dados disponíveis). 20,2% das pessoas que se encontravam em situação de desemprego no fim de 2015, tinham emprego no fim do 1º trimestre de 2016. Este foi o quarto valor mais alto na UE, onde a média foi de 15,4%, com Grécia a ter apenas 4,3%, Espanha 16,1% e Itália 12,8%.

publicado por Miguel Carvalho às 12:14 | comentar | favorito
22
Fev 16

A probabilidade de um desempregado encontrar emprego é maior em Portugal, do que na média europeia

Eurostat:

O Eurostat começou recentemente a publicar relatórios sobre o estado do desemprego nos vários países da UE, e o último mostra um quadro positivo para os desempregados portugueses. Do 2º para o 3º trimestre de 2015 (os últimos dados disponíveis), 17,9% dos desempregados europeus conseguiram sair do desemprego. Este número foi maior em Portugal, cerca de 19,8%. Ou seja, foi mais fácil sair do desemprego em Portugal do que na média europeia.

Há ainda outro dado positivo; enquanto 16% dos desempregados portugueses, deixaram de ser considerados activos (seja por terem desistido de procurar emprego, seja por já não trabalharem há um logo período), este número foi mais alto na UE28 com 19,4%.

publicado por Miguel Carvalho às 14:43 | comentar | favorito
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28
Dez 15

Portugal com o maior salto educacional entre os países ricos

OCDE:

Com umas semanas da atraso, aqui fica um resumo das boas notícias que a OCDE deixa sobre Portugal no seu Education at a Glance: OECD Indicators 2015.

  • Portugal teve o maior aumento intergeracional do nível de educação entre todos os países desenvolvidos (membros da OCDE).
    The increase in educational attainment between the generations in Portugal is the highest across OECD countries. Among those aged 55 to 64, only 23% attained at least upper secondary education but the rate jumps to 65% among 25-34 year-olds.
  • A probabilidade de estar desempregado desce muito com a educação do trabalhador.
    In 2014, the unemployment rate for 25-64 year olds with below upper secondary was 14.8%, for those with upper secondary was 12.6% and
    was at 8.9% for those with tertiary education.
  • Portugal é dos países onde mais vale a pena estudar em termos de rendimento.
    Portugal has a very high earnings premium for tertiary education. Men and women in Portugal who have attained tertiary education earn, on average, 68% more than those with only upper secondary education.
  • Os professores são uma classe profissional bem paga em Portugal relativamente às outras classes.
    On average pre-primary and primary teachers are paid well above OECD average.
  • Portugal tem dos melhores rácios do número de professores por alunos.
    Student-teacher ratios in Portugal are, on average, smaller than in other OECD countries. There are 13 students per teacher in primary education, compared with an OECD average of 15 and in secondary education the ratio is 9:1, compared with an OECD average of 13:1.
publicado por Miguel Carvalho às 19:16 | comentar | favorito
27
Fev 15

Há 13 anos que as famílias portuguesas não estavam tão confiantes como hoje

INE:
O indicador de confiança dos Consumidores recuperou em fevereiro, registando o valor mais elevado desde maio de 2002 e prolongando a acentuada tendência ascendente observada desde o início de 2013.
O indicador de clima económico estabilizou em fevereiro, após ter aumentado ligeiramente em janeiro. No mês de referência, o indicador de confiança aumentou na Indústria Transformadora, na Construção e Obras Públicas e no Comércio e diminuiu nos Serviços.

publicado por Miguel Carvalho às 11:32 | comentar | favorito

Emprego volta a subir em Portugal

INE:

A taxa de desemprego estimada para janeiro de 2015 foi 13,3%. Este valor é inferior, em 0,3 pontos percentuais, ao estimado para dezembro de 2014.
A população desempregada foi estimada em 683,2 mil pessoas, o que representa uma diminuição de 1,5% face a dezembro de 2014 (menos 10,5 mil). A população empregada foi estimada em 4 441,3 mil pessoas, aumentando 0,5% (mais 21,0 mil) face ao mês anterior.

(Sublinhados meus)

 

 

publicado por Miguel Carvalho às 11:27 | comentar | favorito
30
Jan 15

Portugal com o segundo maior crescimento no turismo em 2014

Eurostat:

Já sabíamos que o turismo estava a crescer em Portugal, e agora temos a comparação internacional. A subida por cá não foi um fenómeno global, mas uma subida específica de Portugal. Em 2014, enquanto as dormidas subiram 2,3% na UE, Portugal teve uma subida de 7,1%. Por pouco que Portugal não ficava em primeiro, ficando apenas atrás da Bélgica por 0,1pp. Aqui ao lado, a Espanha teve uma subida de 3,1%, enquanto a França e a Itália tiveram quedas.

publicado por Miguel Carvalho às 11:46 | comentar | favorito
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09
Jan 15

E o novo ano trouxe preços de combustíveis abaixo da média europeia

Comissão Europeia:

Em dezembro dizia-se por aí que se não fosse pela descida do preço do crude, os preços dos combustíveis iriam subir em Portugal com a chegada do novo e várias alterações fiscais. Havia palpites para todos os gostos.

Pois bem, saiu o primeiro relatório da Comissão Europeia com os preços médios dos combustíveis já com dados de 2015. É a fonte ideal para o tira-teimas, porque os restantes países europeus também beneficiaram da descida do preço do crude. Qualquer boa notícia na comparação com os restantes 27, não terá por isso a ver com essa descida.

O relatório é claro: tanto a gasolina 95 como o gasóleo continuam em Portugal com preços abaixo da média europeia. No primeiro caso, os portugueses pagam menos 0,2 cêntimos/litro, no segundo 6,7 cêntimos/litro.

publicado por Miguel Carvalho às 12:21 | comentar | favorito
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19
Dez 14

2014 continua a ser um excelente ano para o turismo

INE:

Depois de um ano em que todos os records foram batidos, 2014 conseguiria ser melhor. A subida face a 2013 continua a ser consistente e expressiva. Em Outubro, último mês para o qual há dados e um mês normalmente mais calmo, houve 3,3 milhões de dormidas de turistas estrangeiros em Portugal. As subidas dos valores acumulados para os primeiros 10 meses do ano, mostram uma subida acima dos 10% em vários índices. O número de hóspedes sobe 11,9%, as dormidas 10,8%, os proveitos totais 12,5%, etc.

Tem também havido uma subida no valor associado a estas dormidas. As dormidas em hotéis de 5 e 4 estrelas subiram 18% e 16,1%, acima dos 13,9% da média.

Há ainda uma diversificação dos destinos do turismo, sendo que o Algarve pesa cada vez menos sendo a região do continente que menor subida teve de dormidas de estrangeiros. Lisboa com 14,9% e o Alentejo com 18% foram as regiões que mais contribuíram para a subida nas dormidas nestes 10 meses.

publicado por Miguel Carvalho às 12:29 | comentar | favorito
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11
Dez 14

Consumo de bens e serviços, está apenas 16% abaixo da média europeia

Eurostat:

O PIB per capita é muitas vezes apresentado como um indicador do poder de compra, ou do bem-estar material dos habitantes de um dado país. Como tal, o PIB per capita, mesmo tomando em consideração que os preços dos bens são diferentes de sítio para sítio, é na realidade um indicador muito mau, por variadíssimas razões. O Eurostat prefere por exemplo falar da Actual Individual Consumption, o consumo real por indivíduo, que mede na realidade o valor dos bens e serviços consumidos por cada cidadão.

Actual Individual Consumption consists of goods and services actually consumedby individuals, irrespective of whether these goods and services are purchased and paid for by households, by government, or by non-profit organisations. In international volume comparisons of consumption, AIC is often seen as the preferable measure, since it is not influenced by the fact that the organisation of certain important services
consumed by households, like health and education services, differs a lot across countries.

O caso dos luxemburgueses é gritante. Enquanto o PIB per capita está 157% acima da média europeia, o AIC está apenas 36%. No caso de Portugal, o AIC ficou em 2013 nos 84% da média europeia, pouco atrás de Espanha com 90%, e à frente da Grécia e de todos os países de Leste. Sendo que a França está apenas 10% acima da média, a Holanda 13%, e o Reino Unido 15%, os nossos -16% acabam por mostrar que a diferença para os países mais ricos, não é tão grande como aquele que seria quando se pensa no PIB ou nos salários.

publicado por Miguel Carvalho às 16:09 | comentar | favorito
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